Nutricionista da SOBACC explica como evitar as doenças do esquecimento

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Doenças que atingem a memória são cada vez mais freqüentes nos idosos. A diferença é que nas ultimas décadas pouco se sabia sobre o assunto. Era comum ouvir dizer que a pessoa que sofria com esquecimentos tinha esclerose.  Mas esse sintoma não é exclusivo da Aterosclerose, existem outras doenças que causam perda de memória.  Agora ao menos dispomos de meios para prevenção, uma reeducação alimentar pode até mesmo retardar o avanço.

Diz-se muito que as pessoas são aquilo que comem. De um modo geral, o estilo de vida que uma pessoa tem contribui para a aceleração, ou o acometimento de doenças. É por isso que Caroline Praciano, nutricionista da SOBACC – Sociedade Brasileira de Arte, Cultura e Cidadania, explica que uma alimentação pobre em Ômega 3, por exemplo, pode ocasionar na perda da memória.

“O Ômega 3 é um antioxidante que preserva os neurônios e vasos sanguíneos, além de vitaminas do complexo B que são responsáveis pela comunicação entre os neurônios. Não posso esquecer da glicose que nutre essas células cerebrais, portanto uma dieta pobre em carboidrato não é recomendada”, alerta Caroline.

As principais fontes de Ômega 3 são peixes como salmão, cavala, atum e sardinha, além de oleaginosas como castanhas, amendoim, nozes e linhaça. Esses mesmos alimentos são ricos em selênio, assim como o alho, frutos do mar, avelãs e abacate. Eles potencializam a atividade dos neurotransmissores, como a serotonina, dopamina e acetilcolina, que levam a informação de um neurônio para outro.

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